Sou o que não falava,
Gosto do que Sonhava,
Amo o que amei
Caminho por onde não sei!
Chegou de mansinho,
Desbravei caminho,
Mas o que me pertenceu,
Depressa se fez seu!
E o que conhecia
Fez-me sentir que merecia.
Pincelou-me de verdade
Deixou-me a saudade!
Espero o amanhecer
Que faz desaparecer
Este meu sofrer;
Para de novo merecer,
Um novo Acontecer!
Fitando o horizonte
Busco de novo a Fonte
Que matou a sede minha
Naquela noite, Rainha!
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Quem sou?
Quem sou?
Não sei...
Todos os dias me surpreendo
Vejo-me pelos teus olhos
E descubro-me!
Quem sou?
Não sei...
Sou o que me mostras!
Sou o somatório do que fui.
Quem sou?
Não sei...
Construo-me todos os dias.
Acrescento mais um tijolo,
Ergo-me no Mundo,
És o meu suporte!
Quem sou?
Já sei!
Sou o significado,
De quem me é significante.
Sou tudo e não sou nada,
Sou simplesmente eu!
Não sei...
Todos os dias me surpreendo
Vejo-me pelos teus olhos
E descubro-me!
Quem sou?
Não sei...
Sou o que me mostras!
Sou o somatório do que fui.
Quem sou?
Não sei...
Construo-me todos os dias.
Acrescento mais um tijolo,
Ergo-me no Mundo,
És o meu suporte!
Quem sou?
Já sei!
Sou o significado,
De quem me é significante.
Sou tudo e não sou nada,
Sou simplesmente eu!
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